quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Polícia apreende 50 celulares, crack, cocaína, balança de precisão e fábrica de cachaça dentro de presídio


Um alambique, equipamento utilizado para fabricação de cachaça, foi encontrado na manhã desta terça-feira (16) durante uma operação ‘pente-fino’ realizada no presídio da cidade de Patos, no sertão da Paraíba. O achado impressionou os agentes penitenciários e policiais civis que participaram da operação. Também foram encontrados cerca de 50 celulares e carregadores, drogas (crack, maconha e cocaína), uma balança de precisão e armas artesanais.
O alambique era usado dentro do presídio para destilar bebidas e produzir cachaça, que era então usada como moeda de troca pelos detidos. Para produzir a cachaça, eles utilizavam frutas e arroz, além de álcool que era usado na limpeza da cozinha. A fermentação era feita de forma artesanal, dentro da cela.
A direção do presídio afirmou que vai reforçar a segurança e a revista durante as visitas para evitar a entrada de objetos proibidos.
Sete presos foram responsabilizados pelas apreensões. Eles foram levados para a delegacia da cidade para prestar depoimento. O detento identificado como Carlito Claudino Leonardo, 27, foi apontado como chefe do grupo, que comercializava drogas dentro e fora da penitenciária. O advogado do preso não foi localizado pela reportagem.

A maior quantidade de drogas foi encontrada na cela, onde estavam sete presos. De acordo com a polícia, o chefe do tráfico de drogas na cadeia é o jovem Carlito Claudino Leonardo, de 27 anos.
O delegado regional Cristiano Jaques, revelou que o acusado é uma pessoa extremamente violenta e perigosa, que comandava o tráfico de drogas dentro e fora do presídio, além de ter participação direta no crime de homicídio, que ocorreu recentemente na cidade de Pombal.
“Era um local onde se presumia que os presos tivessem sem causar qualquer perigo à sociedade, mas na verdade o presídio estava funcionando como um quartel general para o tráfico de drogas”. Afirmou o delegado

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