terça-feira, 13 de março de 2012

Paraibanas mostram que não tem medo de Michel Teló; Justiça determina indisponibilidade do dinheiro arrecadado com "Ai se eu te pego!"

http://www.ocontexto.com/wp-content/uploads/2011/12/Biografia-de-Michel-Tel%C3%B3-Fotos-Videos-e-M%C3%BAsica-Ai-Se-Eu-Te-Pego-4.jpgDepois de Michel Teló ter tentado comprar os direitos autorais da Música "Ai se eu te pego" das paraibanas por míseros R$3.000 Reais e no final ter pago a quantia de R$30.000,00 há algumas amigas deixando outras de fora.
As meninas que ficaram de fora mostraram que são paraibanas, "Mulher macho sim senhor", e compraram a briga na justiça.

Para se ter ideia o show de Michel antes da fama custava miseros R$50.000 Reais e após o sucesso o mesmo já havia se recusado a cantar em shows que já estavam firmados a mais de um ano por R$50.000 chegando a oferece com multa para não cantar R$ 300.000,00, ou seja, graças a essas paraibanas o mesmo está jogando dinheiro pela janela, chegando até se separar da sua esposa. Agora vamos ver realmente o quanto que ele ganhou graças ao talento dessas paraibanas.

O magistrado determina a indisponibilidade de toda e qualquer importância arrecadada em função da venda da música.
O juiz da 3ª Vara Cível de João Pessoa, Miguel de Brito Lyra Filho, concedeu liminar, nesta segunda-feira (12), em ação ordinária de indenização movida pelas estudantes Maria Eduarda Lucena dos Santos, Amanda Borba Cavalcanti de Queiroga e Marcella Quinho Ramalho, coautoras da música “Ai se eu te pego”, contra a Editora Musical Panttanal Ltda, com sede em Vila Planalto (MS), a cantora Sharon Acioly, o compositor Antônio Diggs, a empresa Teló Produções Ltda e o cantor Michel Teló, além da Gravadora Som Livre Ltda, com sede no Rio de Janeiro, e a Aplle do Brasil Ltda, sediada na cidade de São Paulo.

Na decisão, o magistrado determina a indisponibilidade de toda e qualquer importância financeira arrecadada em função da venda da música. O juiz também manda citar a Editora Musical Panttanal Ltda, Sharon Acioly, Antônio Diggs, Teló Produções Ltda, Michel Teló, Gravadora Som Livre Ltda e a Aplle do Brasil Ltda.
“Concedo a medida cautelar para determinar que os 1º, 2º, 3º, 4º e 5º promovidos- Editora Musical Panttanal Ltda, Sharon Acioly, Antônio Diggs, Teló Produções Ltda e Michel Teló apresentem balanço contábil de faturamento com a música “Ai se eu te pego”, consignando judicialmente a receita/lucro, mantendo o crédito indisponível até o trânsito em julgado da presente demanda”, afirma o juiz em sua decisão.
Ele também determina que o 6º e o 7º promovidos- Gravadora Som Livre Ltda, com sede no Rio de Janeiro, e a Aplle do Brasil Ltda- “consignem judicialmente toda e qualquer importância financeira arrecadada com operações comerciais, nacionais e internacionais, relativas à música Ai se eu te pego, mantendo o crédito indisponível até o trânsito em julgado, no prazo de cinco dias, sob pena de multa diária no valor de R$ 50 mil”.
O magistrado também determinou que o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) seja notificado para consignar judicialmente “toda e qualquer importância financeira arrecadada originária da música Ai se eu te pego, no prazo de cinco dias, mantendo o crédito indisponível até trânsito em julgado”.
Por fim, o juiz da 3ª Vara Cível de João Pessoa concedeu prazo de 60 dias para que todos os réus apresentem balanço financeiro das receitas e contas pretéritas, desde a gravação da música pela Editora Panttanal, incluindo operações comerciais inerentes a cada um dos demandados.
Também determinou que os réus levem aos autos do processo, junto com a contestação, os instrumentos de acordo firmado com as estudantes Karine Assis Vinagre, Aline Medeiros Fonseca e Amanda Grasiele Mesquita Teixeira da Cruz, sob pena de busca e apreensão.
A ação movida por Maria Eduarda, Marcela Ramalho e Amanda Cavalcanti foi patrocinada por escritórios de advocacia de João Pessoa e Belo Horizonte. A ação é assinada pelos advogados Márcio Henrique Carvalho Garcia, Miguel Farias Cascudo, ambos da Paraíba, e pelos mineiros Hldebrando Pontes neto, Gabriela Junqueira Andrade, Leonardo Machado Pontes e Samuel Guilherme de Souza. 

"E agora? Quem vai pegar quem?"

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