terça-feira, 4 de março de 2014

PM insubordinado é preso por faltar com respeito ao governador em exercício da Paraíba, Rômulo Gouveia.

O governador em exercício, Rômulo Gouveia, foi á Mamanguape, nesta segunda-feira, e em solenidade oficial, fez o seu discurso como governador, falado das ações e obras do governo Ricardo, só que terminou com a prisão do sargento Galdino. 

O sargento ao ouvir o governador Rômulo enaltecer os feitos da administração do governo socialista, entrou em choque e esqueceu é subordinado e deve todo repeito ao governador, logo ele pediu o microfone e desancou a fala de Rômulo e governo de Ricardo, destacando principalmente a política salarial, considerada por ele como “péssima”.

A intervenção do sargento Galdino foi considerada insubordinação Pelo Código da Corporação Militar como rege a Lei, e o policial foi preso criando um episódio que agitou os bastidores da polícia obrigando o deslocamento de lideranças da categoria para Mamanguape, onde se encontram na manhã desta terça-feira (04) na tentativa de libertar o companheiro presocomo aconteceu no Acre, onde PM's tentaram libertar um sargento preso, e querendo ser maior que a Lei e o Estado de Direito.

O Sargento da PM foi preso por interromper discurso de Rômulo governador, e deveria saber que, os policiais militares juntamente com os policiais civis encontram-se subordinados ao Governador do Estado, que é a mais alta autoridade administrativa na área de segurança pública. Segundo o art. 144, § 6º, da C.F, “As polícias militares e corpos de bombeiros militares, forças auxiliares e reserva do Exército, subordinam-se, juntamente com as polícias civis, aos Governadores dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios”. Ao agir de tal forma ele passou por cima do governador e da própria PM, onde ele não poderia se quer interromper o discurso do comandante da PM, muitos menos, do governador, mesmo que seja em exercício, entretanto é a autoridade maior do Estado e da PM. 

O episódio mostra que sargento se comportou como um sindicalista ou membro do PMDB da Paraíba que faz oposição a Ricardo, ao contestar a política salarial do governo, onde podeira ser feito isso por meio de liderança da Associação de Cabo e Soldados da PM, em reunião  interna com o governo, já que de acordo com o artigo:142, IV - ao militar são proibidas a sindicalização e a greve, mas a Associação poderia contestar por meio da imprensa, e não por meio de um sargento em via pública, em solenidade faltando com respeito ao governador. 

Blog do Gari Martins da Cachoeira

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