domingo, 4 de maio de 2014

Bebê é operado após ficar com cabeça presa na porta de ônibus na Paraíba e repórter é ameaçada quando apurava o caso.


Bebê que teve cabeça esmagada em ônibus na cidade de Campina Grande Paraíba toma repercussão nacional e a repórter responsável pela matéria teria sido ameaçada quando apurava o caso.
Infelizmente no nosso país ainda regem o poder da politicagem e tentaram calar a repórter que foi até o fim e levou ao conhecimento geral o fato ocorrido, para tentar parecer algo corriqueiro representantes dos transportes deram entrevista em outro canal televisivo para abrandar toda a situação, mas até o momento não apresentaram as filmagens, não apresentaram o motorista.
Vale salientar que com os dados da genitora da criança é possível identificar o ônibus com erro de apenas um ônibus, mas informaram que comunicaram a empresa para que a mesma descubra quem era o motorista.
Será que encontrarão o mesmo?
Será que não vão apagar as filmagens?
Essa caso não deveria ser tratado pela polícia ou o Ministério Público?
Porque a empresa tem que investigar, se ela é a responsável e se alguém for condenado será ela?

"Eu fui ameaçada durante a produção dessa materia. Depois de ser procurada pela familia do bebe, liguei para quem representa o SITRANS pra saber se as imagens do terminal de integraçao podiam identificar o motorista. Ele se alterou, disse que não acreditava na historia. Que aquela mãe, que viu o filho recem nascido gritar de dor ao ser preso na porta, devia estar mentindo, que devia ser casada com um motorista de transporte alternativo e queria ferrar o sistema de transporte coletivo. Eu, sem acreditar no que ouvira, perguntei: o senhor acha que uma mae ia procurar a imprensa inventando uma historia dessas? Ele respondeu q sim e que eu estava atuando como advogada dela, que estava acusando o motorista e que ia procurar os meus superiores, ou melhor, o dono do sistema de comunicaçao para o qual trabalho para "denunciar" a minha postura. A minha reaçao foi de dizer a ele que nao perdesse tempo. Ligasse naquela hora mesmo. Porque eu faria a materia. Nem que aquele fosse meu primeiro dia de trabalho eu me intimidaria diante daquela ameaça. Tem gente, principalmente quem anuncia nos meios de comunicaçao, que pensa que a imprensa é subserviente de tal modo a esconder esse tipo se barbaridade. "-- palavras de desabado da repórter.

fonte do vídeo: Portal R7/ Portal Correio.

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