quinta-feira, 29 de maio de 2014

Corpo é encontrado esquartejado dentro de tanque na zona rural de Remígio/PB. Vítima foi identificada pela PC.





  Na manhã desta quarta-feira, 28 de maio, populares acionaram a polícia Civil e Militar informando que havia um corpo boiando sem cabeça em um tanque de pedra localizado no sítio Lagoa da Cruz, zona Rural de Remígio/PB.
Após a Polícia Militar isolar o local do crime foi acionado o Núcleo de Homicídios de Esperança  que tem a frente o Delegado Cláudio Marques e Seccional Karine  Lima/12ªAISP, guarnições do Corpo de Bombeiros de Campina Grande para retirar o corpo da água e esgotar o tanque afim de encontrar as demais partes do corpo como também prováveis armas do crime.
Já no início da noite após mais de 6 horas de serviços foi encontrado a última parte do corpo a cabeça, sendo no total 3 partes, corpo, cabeça e um braço, onde tinha ferimentos de golpes de facão ou machado, vários tiros pelo corpo e na cabeça.
Estiveram no local também as guarnições militares de Remígio e a dupla de Comissários da Civil Franklin Basilio e Luiz Xavier, estes últimos após verificar a cabeça e as tatuagens identificaram o corpo como sendo de Alexandro Cardoso da Silva, conhecido por Índio Bebo, residente no sítio Gravatá-Açu, do outro lado da cidade de Remígio, até o momento contra Alexandro só existia um processo por furto e pertubações devido seu vício por cachaça.

Ainda não existe um motivo que levaram a matar com requintes de crueldade Alexandro, pedimos a quem tenham alguma informação entrar em contato com 197 ou deixar a denuncia nos comentários nesta matéria, pois estamos em parceria com o núcleo de homicídios de Esperança para elucidar este e outros crimes.
Esta é a segunda morte em menos de 8 dias de pessoas que tinham envolvimento com cachaça e estão sendo executados, o outro se tratava de um mecânico, conhecido por queixo de burro, executado próximo ao posto da PRF no Distrito de São Miguel/Esperança, mas ele trabalhava em Remígio. Ambos os crimes ainda são um mistério.


www.setimaregional.com.br

4 comentários:

  1. Acredito que se tivessem colhidas as impressões digitais presentes nas partes do corpo,
    teriam conseguido um caminho para se chegar ao/aos meliante/s que fizeram isso.

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    1. Poderia nos ensinar a colher impressões digitais de corpos que ficaram submersos em água suja?

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  2. Desculpe-me por não ter considerado esse fato. Sou leigo no assunto. Mas, que fique claro que a minha intenção não era por em "xeque" o trabalho da policia, mas apenas fazer um comentário, infeliz, admito, mas foi apenas isso.

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    1. Sem problemas, foi bom o seu comentário e raciocínio ... Mesmo que tivéssemos como conseguir as impressões digitais não serviria de quase nada, já que é grande o número de pessoas que vivem em cidades pequenas apenas com Registro de Nascimento ou Carteira de Trabalho, documentos estes que quando tem impressão digital, não possui banco de dados. Alguns momentos estamos na era digital, outra estamos na era das cavernas.

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