terça-feira, 26 de agosto de 2014

Direito de Resposta: Delegado nega extorsão contra casal.

 
O delegado Júlio Ferreira de Lima negou, em entrevista que concedeu a Patrulha da Cidade/TV Borborema, nesta segunda-feira (25/08) que tenha tentado extorquir um casal de comerciantes em Campina Grande.
O policial, visivelmente abatido, que fez questão de conceder entrevista, afirmou que recebeu a ligação de um homem solicitando que ele fosse até a Rua Teixeira de Freitas, no Bairro São José, em Campina Grande, para receber um dinheiro e entregá-lo ao filho (do delegado).
Júlio Ferreira contou que estava de plantão na Central e se dirigiu para as Malvinas quando recebeu o telefonema.

“Quando eu cheguei ao local, que o homem combinou, desci do carro e fui receber o dinheiro. Neste momento o delegado Marcos Paulo Vilela chegou e foi detido”.

Júlio Ferreira disse que o filho é despachante do Detran e o dinheiro, que ele não soube informar a quantia, era referente a algum serviço prestado pelo filho.

“Espero que tudo seja esclarecido, pois eu e meu filho fomos vítimas de uma armação. Tenho 26 anos de polícia civil”.

O delegado Marcos Paulo Vilela, por sua vez, afirmou que foi procurado pelo casal, duas semanas antes.

O casal informou a Vilela que estava tendo um problema com a negociação de um veículo e o delegado teria feito ameaças.

Júlio Ferreira foi detido sábado (23) e está recolhido no 2ºBPM.
Nesta segunda-feira (25), o filho dele, em contato com o renatodiniz.com, disse que tanto ele, quanto o pai estão sendo vítimas de uma armação e tudo será esclarecido.

O advogado Afonso Villar, que defende o delegado Júlio Ferreira, disse que está entrando com um pedido de fiança e garantiu que o dinheiro pertence ao filho do policial.


Na manhã desta terça-feira (26), ele concedeu entrevista na Patrulha da Cidade/TV Borborema/SBT/Canal 9 sobre o caso.
O programa foi ao ar às 11h35.
fonte: RenatoDiniz.com

Veja trecho da entrevista ao JPB

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Ao enviar sua denúncia especifique a sua cidade e Estado e conte detalhes do crime, caso contrário não podemos ajudar.

As denúncias não são publicadas, só os comentários sem denúncias.