quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Na gestão de Chió em Remígio, o sonho de um Pronto Atendimento hospitalar poderá se tornar uma UPA.


O município de Remígio recebeu na tarde desta quarta (12/08) a visita de Eliane Shebeliski, coordenadora de Urgência e Emergência do MS – (Ministério da Saúde) e Júlio Goulart, arquiteto do MS – Ministério da Saúde. A visita dos técnicos do MS a cidade de Remígio teve como principal objetivo avaliar o PA – Pronto Atendimento para transforma-lo em uma UPA porte 1. Os técnicos foram recebidos no Pronto Atendimento Eunice Leal de Souza pelo prefeito Chió, o vice André do Sesp, a secretária de saúde Tânia e pelos vereadores Dr. João Barboza, Doda e Vitorinha.
A pedido do Ministro da Saúde Arthur Chioro, a coordenadora Eliane e o arquiteto Júlio fizeram uma avaliação da estrutura física do Pronto Atendimento. De acordo com o arquiteto Júlio Goulart, as adequações são poucas: “O prédio é bom, tem espaço e com um pouco mais 200 metros quadrados de construção, podemos transformar esta unidade em uma UPA porte 1” – afirmou Goulart.
Para o prefeito Chió, “Este é mais um passo importante para abertura de nossa UPA 24h. Iremos agora em busca de recursos para fazermos as adequações necessárias.” – afirmou o gestor. “Temos lutado incansavelmente para melhorar a saúde dos remigenses. Temos SAMU, o nosso PA, uma Farmácia Básica completa, ambulância bem equipada e agora vamos em busca de uma UPA” – conclui Chió.
ASCOM prefeitura de Remígio.

Vale salientar que o P.A tem menos de 1 ano de atendimento e nem todos os políticos são a favor de seu funcionamento, caso que a população pode ver ano passado quando precisou de mais verbas para continuar com os trabalhos normais  e a prefeitura teve que levar a público que alguns vereadores não queriam liberar verbas extras para a continuidade dos serviços recém inaugurados e que não constava no orçamento anual.
A unidade hospitalar foi promessas de várias campanhas para prefeito há mais de 15 anos e se tornou uma realidade na gestão atual. Antes para qualquer tipo de atendimento a noite ou nos finais de semana, os remigenses tinham que se deslocar para outras cidades, tendo algumas que se recusavam a atender quem fosse de Remígio, mesmo sendo escoltadas pela polícia.-- atualizado em 20 de agosto de 2015

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Ao enviar sua denúncia especifique a sua cidade e Estado e conte detalhes do crime, caso contrário não podemos ajudar.

As denúncias não são publicadas, só os comentários sem denúncias.