terça-feira, 12 de julho de 2016

Bandidos voltam a aterrorizar Açude Velho em Campina Grande/PB. Vândalos arrombam quiosque e levam toda a mercadoria.

Até quando???
Até quando nós cidadãos seremos vítimas da marginalidade?
Até quando nossos governantes serão omissos com a segurança PÚBLICA? Diga-se de passagem segurança pública aquela que é voltada para proteger e defender o cidadão COMUM, o pagador roubado de impostos, aquele que passa horas numa fila de banco para pagar suas dívidas, aquele que passa horas esperando a caridade de um médico aparecer para atender as pessoas doentes. Aquele cidadão que sustenta a vida mansa dos políticos que brigam pelo poder e nada fazem pela sociedade, aquele que passa o dia trabalhando, sendo humilhado, constrangido para poder voltar para casa VIVO e com alguma coisa para seus filhos se ALIMENTAREM.

Pois bem, as festividades pirotécnicas do maior São João do Mundo já passou, os turistas já foram embora, a polícia já sumiu e a bandidagem voltar a reinar em todos os locais principalmente em um dos pontos turísticos de Campina Grande, o Açude Velho, local do pedalinho no esgoto, local do Museu dos Pandeiros, local das bicicletas alugadas para passeio com a família, mas também local do adolescentes infratores que utilizam de bicicletas para furtar transeuntes que andam por ali ou que usam as bicicletas alugadas quando estão do outro lado do açude, local onde é permitido o uso de drogas a seu aberto como maconha e crack, tanto em mesas como atrás dos monumentos históricos, onde esses mesmos ficam observando a movimentação do dia para saber quem será o próximo alvo, tanto para roubo rápido como os planejados.

Na noite desta segunda-feira, 11 de julho os bandidos voltaram a agir, dessa vez arrombando mais um quiosque localizado as margens do açude próximo ao famoso parque da criança, nessa investida os bandidos aproveitaram que não existe segurança nem da prefeitura, nem rondas noturnas da polícia e realizaram uma limpa no estabelecimento comercial que já possuía diversas grades de ferro, vários cadeados e levaram dentre os objetos, dois botijões de gás, várias caixas de cerveja, e garrafas de bebidas destiladas do mostruário, até o momento estimasse o prejuízo em torno de R$1.000,00, em um local que se movimenta por dia na faixa de R$35,00 a R$ 90,00, com um lucro em torno de R$1,00 a R$15,00. (Vai sobrar quanto depois que pagar passagem, comida, energia e água?)

A lei que rege o local é a do silêncio, já que em outros quiosques sempre fica alguém dormindo ou morando definitivamente no local com medo de ter seu local de trabalho arrombado.
Para as autoridades responsáveis a resposta é a mesma, "estamos mapeando os pontos de crimes", "comerciantes deveriam contratar seguranças", "Estamos em diligência",e com isso vem outra pergunta. O cidadão que paga um segurança tem desconto nos impostos?

Para governantes os únicos números verdadeiros e que conta são o número de mortos, pois se o número de mortos diminui, recebem investimentos Federais, e diga-se de passagem, esperam que esses números reduzam por força divina, pois existe localidade que nem rondas existe, só é rota de passagem das viaturas para chegar em outro local, se alguém pedir para parar, são orientados a ligar para central informar o crime para que uma viatura venha atender a ocorrência, quanto a roubos, assaltos, se não prende ninguém, então não é contabilizado, passa ser invenção da sociedade que sofre.


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