quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

CORREIOS DE NOVA PALMEIRA FECHADO NESTA QUINTA-FEIRA.

Na manhã desta quinta-feira esteve na cidade de Nova Palmeira a policia Federal, no intuito de fazer o levantamento sobre os dados e perícia do local de crime, dentro da agência dos Correios.
Após levantamento de dados e cruzamento de informações chegou -se a conclusão de que se tratava de um revolver cal.38 ou cal.32 e a suposta metralhadora seria uma espingarda cal.38, de fabricação caseira, com uso de carregador, semelhante a uma já apreendida nesta região.
Diante das armas utilizadas leva a crê que os bandidos são dessa região.
imagem de arma já apreendida em outra operação na região.
cal.38, fabricação caseira
imagem da arma utilizada nos Correios de Nova Palmeira/PB.




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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Morte em Picuí devido a cerca elétrica clandestina.

Veio a óbito no dia de hoje(12/12/2010) o senhor SANDOVAL DA SILVA DANTAS, com 51 anos, filho de Rosemiro Januário Dantas e de Francisca Felipe da Silva, morador do bairro monte santo -Picuí/PB.
Como era de costume o sr. Sandoval  se dirigia para o seu sítio localizado a 8 quilometros da saída de Picuí em direção a Carnaúba dos Dantas/RN, todos os dias de manhã retornando apenas no final da tarde, sendo que no dia de hoje o mesmo não tinha chegado quando parentes começaram a procura-lo, vindo a se deslocarem para o sítio e encontrando o mesmo caído junto ao curral dos animais.Em seguida os familiares acionaram a delegacia de Picuí, onde o delegado plantonista, José Edson e o Agente de Investigação, Franklin Basilio, deslocaram-se para o local, onde foi constatado que o sr. Sandoval já se encontrava sem vida, caido entre os paus da cerca do curral, com queimaduras provocadas por choque elétrico. Também foi constatado que a cerca tinha um fio ligado a tomada de energia da propriedade e que naquele momento o sítio não tinha energia, talvez devido a descarga elétrica  que o sr. Sandoval recebeu veio a queimar algum fusível desligando a rede, mas infelizmente não antes do mesmo perder a vida.
O mesmo encontrava-se com o rosto totalmente desfigurado e após averiguar o local foi encontrado  filhotes de cachorros com os focinhos melados de sangue em um quarto da casa.






Segundo vizinhos que sabiam da cerca elétrica, os mesmos disseram que Sandoval havia instalado a cerca por conta própria no intuito de impedir de que bandidos roubassem as suas galinhas e que os mesmos avisaram a ele de que aquilo não era uma boa idéia, pois alguém poderia vir a se machucar.



Após a analise do local, foi removido o corpo para NUMOL em Campina Grande para a realização do Exame Cadavérico.



NOTA: Informamos que cercas elétricas não autorizadas são proibidas além de ser perigosas, Existe normas que regulamentam o seu uso, sendo que uma delas é que o primeiro fio eletrificado fique no mínimo a 2,20m do solo, afim de ser evitado acidentes com animais, crianças e adultos descuidados, além de que não pode ser ligado diretamente na rede elétrica da residência.
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domingo, 21 de novembro de 2010

ACIDENTE COM VÍTIMA FATAL EM SÃO VICENTE DO SERIDÓ /PB

Veio a óbito por volta das 23:00hs da noite deste sábado(20/11/2010) o senhor LAELSON CARDOSO DE SOUTO, com 34 anos, filho de Leonildo José de Souto e de Maria Nazaré Cardoso de Souto, morador do sítio Santa Maria, zona rural de São Vicente do Seridó/PB.
Segundo informou via telefone o CBPM Aguinaldo, do destacamento de Cubati /PB, cidade vizinha, de que o falecido tinha perdido o controle da moto e ao cair quebrou o pescoço, tendo morte imediata, isto ocorrido em terras do sítio Santa Cruz- São Vicente do Seridó /PB.





Deslocaram-se para o local VTR 546- "Rabecão", da 7ª DRPC, no comando do Agente de Investigação Franklin Basilio e o Servidor Zé Faustino, após constatarem que o local não estava preservado foi realizado o registro fotográfico e conduzido o corpo ao NUMOL (Núcleo de Medicina e Odontologia Legal ) de Campina Grande/PB para o Exame Cadavérico solicitado pelo delegado plantonista Dr. João Joaldo- Picuí.



O corpo já se encontra a disposição da família desde as 10:00hs deste domingo.

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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

OPERAÇÃO SACOLEIRO EM PEDRA LAVRADA- PB

Na tarde de ontem, policiais civis da 7ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Picui-PB, sob o comando do Delegado de Polícia João Joaldo Ferreira, deslocaram-se até o Município de Pedra Lavrada -PB, e efetuaram a prisão de 06(seis)homens envolvidos no roubo ao veículo Van que transportava sacoleiros que iriam comprar roupas na cidade de Santa Cruz do Capibaribe-PE. A ação dos bandidos ocorreu na madrugada de ontem, por volta das 04:00 horas quando o veículo ocupado por 10 pessoas foi abordado por cinco homens armados de revólveres, pistolas e uma espingarda cal. 12. Roubaram dos ocupantes, objetos pessoais além de uma quantia estimada em R$ 15.000,00(quinze mil reais). Com a quadrilha foram apreendidos cinco aparelhos celulares, um capacete preto, duas motos uma Honda CG-150, preta, ano 2004 e outra Honda CG-125, vermelha, ano 1996, ambas com registros de roubo e furto nos Estados do Rio Grande do Norte e São Paulo. A operação foi realizada com os Agentes de Investigação FRANKLIN BASILIO, ITALLO SOARES, com o apoio da guarnição da Polícia militar de Picuí sob o comando do CB NOBREGA, com os soldados M. BARBOSA, F. ALVES, após informações de populares dadas anonimamente por telefone foi montada a operação em que foi feitas várias diligencias a procura dos mesmos em veículos descaracterizados onde a polícia pode abordá-los sem levantar suspeitas ou evadirem-se do local se algum olheiro visse que policiais de fora estavam na cidade. Até mesmo a polícia local de Pedra Lavrada não sabia desta operação.
 Os integrantes até agora identificados foram:
> JOSÉ ALISSON DE SOUTO MEDEIROS “LALÁ”, de 20 anos, possui processo por Lesão Corporal, neste fato ele era vítima;
> LEONARDO DA COSTA CELESTINO “LÉO, de 27 anos; possui processo por  tráfico de drogas;
> KLEBSON ANTÔNIO DO NASCIMENTO “KEKEU” possui processo por crime contra o Patrimônio , com 22 anos residente há quatro anos em Pedra Lavrada, vindo de Recife-Pe;
>  RAFAEL SILVA DE LIMA, com 24 anos, possui processo por CRIME CONTRA OS COSTUMES;
> MARCELO DE OLIVEIRA CHAVES, de 18 anos de idade, com processo em aberto por desacato;
CÍCERO WELITON DA SILVA, com 34 anos e  
  Após a prisão, houve denúncias de que as armas usadas foram alugadas por um outro integrante da quadrilha que evadiu-se da cidade logo após o roubo e está sendo investigado esta denuncia , devido as novas informações conseguidas .  Os integrantes foram autuados em flagrante por crimes de formação de quadrilha armada, adulteração de sinal identificador de veículo e de receptação dolosa, os quais poderão ser condenados de 3 a 6 anos de reclusão.



Material Apreendido 






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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

LUTO NA SÉTIMA REGIONAL DE POLÍCIA CIVIL- PICUÍ/PB

Mãe e filho morrem em acidente de moto no município de Nova Floresta

Duas pessoas morreram durante um acidente de moto na tarde deste sábado (06), entre os municípios de Nova Floresta e Cuité. 
As vítimas foram Silvanete Maria da Silva Santos (28), e seu filho Elison Levi Santos Silva (03). 

Silvante perdeu o controle da moto e morreu no local, Já a criança foi socorrida para o Hospital Regional, mas não resistiu aos ferimentos. 
http://paraibaonline.com.br/noticia.php?id=770335

Lamentamos a morte de ambos, pois os mesmos eram a família do Agente de Investigação- Elias, de Barra de Santa Rosa, o qual no momento do acidente encontrava-se no trabalho.

"     Não há palavras que se possa dizer num momento como este, pois a dor que se sente é único e individual de uma pessoa para outra.
      Não podemos dizer que isso vai passar, pois não é uma dor numa parte do corpo, ou no coração como muitos pensam, e sim na alma!
      Muitos momentos de alegria virão a mente daqueles que não voltam mais
     Mas tenha sempre em mente, caro companheiro, que existe significado pra tudo neste mundo
   Que Deus te ilumine e te dê a paz e o conforto que você precisa nesse momento de tristeza e perda! "

Da equipe de policiais que formam a Sétima Regional de Polícia- Picuí-PB
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Tragédia e mortes no Algodão de Jandaíra- RETIFICADA

 Um assalto acabou em tragédia em Algodão de Jandaíra, no Cúrimtau paraibano. Duas pessoas morreram e outras três ficaram feridas com disparos de arma de fogo. O fato ocorreu por volta das 5h da manhã do dia 15/10/2010(sexta-feira) quando dois bandidos armados de pistola invadiram a residência do agricultor Aloísio Batista da Silva, 65 anos, mais conhecido por "Didi", na zona rural daquele município,mas precisamente no sítio Jandaíra. Os bandidos tomaram a quantia de R$ 3.500 do agricultor e desferiram três tiros contra ele, porém ele sobreviveu aos tiros.


 Parentes e vizinhos da vítima que moram na local ouviram os disparos e correram em socorro do idoso. Eles entraram em confronto com os assaltantes e três deles foram feridos a bala, e um outro foi atingido com um tiro no peito vindo a óbito ainda no local, José Alves Moisinho, 38 anos, vizinho do agricultor. Mas fato curioso é que um
dos assaltantes, que era da da cidade de Jaçanã/RN, cuja identificação já foi obtida, também foi encontrado morto, a poucos metros do local do assalto. Há a hipótese de acerto de contas entre os assaltantes, "pode ter havido uma desavença, devido a divisão do produto do assalto". os corposforam levados ao Núcleo de Medicina e Odontologia Legal - NUMOL, antigo IML, em Campina Grande/PB.

 Além de seu Aloísio, que ficou baleado, e das vítimas fatais, foram alvejados Pedro Clementino da Silva, 35 anos, e um rapaz conhecido por "Edinho", morador da comunidade. As vítimas foram levados para o Hospital de Esperança e depois transferidos para as unidades de saúde de Campina Grande, segundo informou a dona de casa Maria Adélia Alves Moisinho, irmã da vítima fatal, José Alves Moisinho.

 De acordo com o sargento Edvaldo Pereira, os bandidos estavam encapuzados e conduzindo uma moto de cor preta tomada por assalto de um rapaz conhecido por "Romário". Eles deixaram o veículo em uma estrada próxima a casa de seu Aloísio, a cerca de 300 metros, e foram a pé até a sua residência. Lá, anunciaram o assalto e depois desferiram os tiros contra o agricultor. José Moisinho, preocupado com o seu pai Agenor Alves Moisinho, que mora vizinho a seu Aluísio, resolveu saber com outras pessoas o que tinha acontecido.

Antes de chegar ao imóvel, José Moisinho se encontrou com um dos bandidos que corria em sentido contrário e levou a pior. Ele sofreu um tiro no peito esquerdo e caiu. O bandido, por sua vez, continuou a corrida até a estrada para pegar a moto. Revoltados com o fato, pessoas da comunidade saíram em perseguição do bandido e uma delas conseguiu alvejar um dos assaltantes com um tiro o qual veio a óbito. 

"É LAMENTÁVEL ESSE CRIME OCORRIDO NA CIDADE DO ALGODÃO DE JANDAÍRA, VALE SALIENTAR QUE A MESMA POSSUI UMA GUARNIÇÃO DA POLÍCIA MILITAR DISPONÍVEL DURANTE TODA SEMANA, SÓ QUE A CIDADE POSSUI VÁRIAS ESTRADAS DE TERRA QUE INTERLIGA COM AS CIDADES VIZINHAS DE BARRA DE SANTA ROSA, POCINHOS, ESPERANÇA. ESTRADAS  AS VEZES DE DIFÍCIL LOCOMOÇÃO PARA CARROS MAS DE GRANDE FACILIDADE DE FUGA COM MOTOCICLETAS, AS INVESTIGAÇÕES CONTINUARÃO SOB O COMANDO DO DELEGADO LAMARTINE LACERDA, RESPONSÁVEL POR ESTE MUNICÍPIO "
retificada no dia 20 de out de 2010- redator/ Ag. de Investigação: Franklin Basilio; colaborador / Ag. de Investigação: Gilvan Fernandes
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sábado, 9 de outubro de 2010

Mão Branca, 30 anos depois



Grupo de extermínio promove matança e mancha com sangue a história de Campina

Bastos Farias // bastosfarias.pb@dabr.com.br//Severino Lopes //severinolopes.pb@dabr.com 

Diário da Borborema, edição do dia 13 de julho de 1980. Com exclusividade, o listão que o "Mão Branca" divulgou os 115 nomes daqueles que seriam suas vítimas, dentre elas, advogados, policiais, intrujões, estelionatários, assassinos, traficantes de drogas e assaltantes. Começava ali um epílogo de sangue que manchou a história de Campina Grande.


A carta encaminhada ao DB e à Central de Polícia mais tarde teve a origem identificada: partiu das entranhas da própria polícia. De início, ninguém levou em consideração, acreditando trata-se de mais uma brincadeira de pessoas que buscam o anonimato para pregar peças e causar medo à população.


Mas o que foi anunciado aconteceu. E a cidade passou a viver sob o signo do medo, com o "MB" entrando em ação dias após tornar público a intenção de "fazer uma limpeza", tomando como base o alto grau de criminalidade que a cidade enfrentava.

Um dia após a publicação da lista negra, o arrombador Paulo Roberto do Nascimento, conhecido por Beto Fuscão, foi encontrado com um tiro de espingarda "12" no peito ao lado do estádio Amigão, no bairro do Catolé. O então repórter do Diário da Borborema, Ronaldo Leite, recorda o telefonema que recebeu: "Tem um crioulo morto na torre do Amigão".

No dia 15, a manchete do jornal relatava a primeira de uma série de mais de 30 mortes: "Mão Branca inicia matança: um tiro de 12 matou Beto Fuscão". Um dia depois, o carrasco deu sequência ao prometido: tombaram sem vida Marcos Antônio da Silva, vulgo "Mocotó", Paulo Francisco de Oliveira, "Paraibinha", e Paulo José dos Santos Félix, conhecido por "Queimadas".

Com vários perfurações a tiros - os marginais foram mortos com requintes de crueldade - dois corpos foram encontrados no sítio Velame e um outro perto do hospital da FAP, exatamente onde, demonstrando muita ousadia, os matadores informaram em telefonemas à Central de Polícia e à Imprensa.

A partir daí, os sequestros seguidos de mortes continuaram, com as execuções de "Bermuda", "Negro Rei", "Pernambuco", "Barrão" etc. Com medo da morte, muitos criminosos que estavam no listão desapareceram de Campina Grande.

Conta o jornalista Ronaldo Leite que a denominação "Mão Branca" foi copiada de um grupo de extermínio que atuava no Rio de Janeiro, que inclusive, foi responsável pelo assassinato do marginal conhecido por "Paraibinha". O crime ganhou ampla repercussão na Imprensa, em função da "luva branca" deixada sobre o corpo e que deu origem à denominação chegada posteriormente a Campina Grande.

A matança na Rainha da Borborema e cidades vizinhas também ganhou amplo destaque na mídia, inclusive, fora do país, com notícias até mesmo nos jornais Clarin, da Argentina, Washington Post e New York Time, dos Estados Unidos.

O medo imperava na cidade, pois os matadores também cometeram alguns crimes de pistolagens. A população ficou dividida. Uns apoiavam em função da "limpeza" que o grupo promovia, mas a forma cruel e impiedosa aos poucos começou a ser reprovada.

O então bispo diocesanoDom Manoel Pereira deu os primeiros gritos e pediu providências ao governador da época Tarcísio de Miranda Burity contra o massacre. Com ordens do Palácio da Redenção, foi criada uma comissão judicial, presidida pelo então promotor de Justiça Agnello Amorim, hoje procurador aposentado.  

Como se não se intimidasse com as investigações, o grupo iniciou uma série de ameaças contra as autoridades, com cartas e telefonemas anônimos. "#Diga ao Dr. Agnelo Amorim, que também saia da jogada, porque se não sair vai ser fechado#", diz trecho de uma carta enviada ao advogado William Arruda, então representante do governo do estado na cidade.

O jornalista Assis Costa, que também era repórter policial do DB na época, conta que os repórteres ficavam até meia noite esperando o telefone tocar para correr até o local onde o próximo corpo estaria jogado. "O que chamava a atenção da sociedade e revoltou a igreja era a forma cruel como o Mão Branca executava as suas vítimas", lembra Assis, acrescentando que quase todos os cadáveres tinham os órgãos arrancados, como braços, pernas e até a língua.

Com o passar do tempo, toda Campina Grande já sabia de onde partiam as execuções; no entanto, a população permanecia calada temendo represálias. Mas a comissão apurou e apontou os sanguinários integrantes do esquadrão da morte. Eram cinco investigadores de polícia que patrocinavam a matança: José Basílio Ferreira, o Zezé Basílio; Cícero Tomé da Silva, Antônio Gonçalves da Costa "Temporal", José Carlos de Queiroz, "Zé Cacau", e Francisco Alves da Silva, este último, o único vivo.

Levados a júri, apenas Basílio foi condenado, pois era apontado como o mais carrasco de todos e um dos principais executores. Ficou preso por muitos anos no presídio regional do Serrotão e acabou morrendo do coração.  

Absolvidos, outros três integrantes do grupo desapareceram de Campina Grande e depois morreram. Chico Alves vive em João Pessoa, mas evita falar sobre o caso, mas, a exemplo dos outros, sempre negou participação nas mortes, se dizendo inocente.
fonte: diário da borborema. http://www.diariodaborborema.com.br/2010/10/10/cotidiano4_0.php
 twitter: @TvBorborema
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