quarta-feira, 31 de julho de 2019

Adolescente infrator da Paraíba é morto a golpes de facão em Itambé, Pernambuco.


Na noite desta terça-feira, 30 de julho de 2019, por volta das 20:40h no bairro do Maracujá, em Itambé, zona da mata Norte de Pernambuco, foi executado a golpes de facão contra o pescoço e na mão, o adolescente infrator Lucas Lima Sena, de 16 anos, foragido da justiça no Estado da Paraíba, acusado de ter participado da morte do mecânico Carlinhos, na cidade de Arara/PB.
Segundo investigações policiais na cidade de Arara, Lucas Lima, mas conhecido na região por Luquinhas teria executado Carlinhos na companhia de outro comparsa que se encontra foragido no estado de São Paulo. O crime teria sido encomendado por Josinaldo, o "Tinha do Som" que se encontra preso na cadeia de Solânea.
Após a prisão do mandante do crime de Carlinhos, Luquinhas com outro colega de crimes ficaram trocando de locais onde dormiam constantemente pois sabiam que tanto a polícia queria apreendê-lo como outros bandidos queriam a morte de Luquinhas, já que após a morte do mecânico, as investigações policiais na cidade e região se intensificaram e com isso outros membros de facções criminosas foram presos, armas apreendidas e quantidades de drogas foram apreendidas.
No local da morte de Luquinhas, populares ouviram disparos de armas fogo e uma segunda pessoa teria sido atingida, podendo ser o comparsa de crime, que também está evadido.

Tanto Luquinhas, quanto o comparsa que estava com ele, e o segundo executor da morte de Carlinhos possuem passagem por crimes praticados na adolescência e faziam parte da facção Okaida.
O corpo de Lucas foi levado para o Instituto de Medicina Legal – IML, no Recife/PE, onde aguarda a chegada de familiares para o reconhecimento. Mas já é confirmado nas redes sociais de que é o mesmo Lucas de Arara/PB, já que familiares e a namorada divulgaram mensagens de despedida para o mesmo.


colaboração @vinicius_qap1
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quinta-feira, 6 de junho de 2019

PC e PM prende acusado de ser o mandante da execução de Carlinhos da Oficina e na mesma operação desbarata gerencia do tráfico na cidade.

A polícia Civil de Arara, após investigações cumpriram na manhã desta quinta-feira, 06/06/2019, mandado de prisão preventivo(30 dias) contra Josenildo, "Tinha do Som" por suspeita de ser o mandante da execução da morte de Carlinhos da oficina, fato ocorrido no dia 13 de maio.


A polícia Civil juntamente com o N.I da PM prenderam Moisés Lima de Sena, por posse de arma de fogo.


Foi dado cumprimento a mandados de busca e apreensão em outros alvos na cidade que estariam ligados ao tráfico de drogas e homicídio, onde juntamente com GTE de Solânea, ROTAM da PM, apoio da PC de Solânea e Casserengue a cumprir mandados de busca em supostos alvos que seriam a casa do gerente do tráfico de drogas, vindo então a polícia apreender em seus endereços quantidade considerável de Cocaína pura, balanças de precisão, embalagens para revenda de droga, uma pistola PT 100, um revolver calibre .38, diversas munições de calibres diferentes e sendo autuado o sr. HENRIQUE, 27 anos. 























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quarta-feira, 29 de maio de 2019

Operação em Picuí/PB

Uma operação "Curimataú" foi inicializada nas primeiras horas desta quarta-feira (29), na cidade de Picuí, no Curimataú da Paraíba, com o intuito de desarticular a facção criminosa comandada por Fernando Batista de Souza, mas conhecido por Biu, neto de Amadeus, o qual conseguiu sua reputação no mundo do crime desde a adolescência onde executou vários inimigos vindo até a matar o próprio primo a mando do crime organizado e em seguida assumiu algumas bocas de fumo com a viúva de um traficante que atuava em Picuí.
Nesta manhã, policiais civis, militares e corpo de bombeiros realizaram a operação em diversos bairros da cidade, como Limeira, Morro do Piolho, bairro São José, em alvos conhecidos por guardarem a drogas para Biu.

Durante a operação houve troca de tiros no Bairro Limeira, entre a polícia e Biu de Amadeus, até o momento quatro pessoas foram presas e cerca de 3kg de cocaína, pedras de crack, duas armas e um colete balístico foram apreendidos. 

Participaram da operação diversos policiais de outras seccionais e delegacias, dentre elas Solânea, Arara, Casserengue, Cacimba de Dentro, Guarabira, Esperança, Cuité, Barra de Santa Rosa.




www.setimaregional.com.br

Alerta!!! Alguns blogs estão veiculando uma tentativa de homicídio em Picuí, quando na realidade estava havendo uma operação policial, e não briga de facções criminosas... Quem vive de postar assuntos de redes sociais é fofoqueiros.
Jornalista, confere as informações antes de publicar, e não realiza fake news.
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terça-feira, 21 de maio de 2019

Estado deve pagar mais de R$ 1 milhão em bônus a policiais militares que apreenderam explosivos em operação comandada pelo Exército Brasileiro

O juiz titular da 6ª Vara da Fazenda Pública da Capital, Aluízio Bezerra Filho, acolheu o pedido feito na Ação de Cobrança nº 0017465-20.2015.815.2001 e determinou que o Estado da Paraíba deverá pagar a importância de R$ 1.422.000,00 aos policias militares que participaram de uma operação no Sítio Tanque Preto, Zona Rural de Solânea, cuja apreensão constou de 200 quilos de explosivo granulado, 192 bananas de dinamite, 500 metros de cordel não elétricos, 32 detonadores não elétricos e 24 espoletins. A decisão se deu com base no artigo 6º do Decreto nº 33.024/2012, que prevê direito a bônus pecuniário, pago de acordo com o potencial lesivo das armas ou dos materiais explosivos apreendidos.
A Ação foi ajuizada pelos autores para recebimento do bônus previsto em lei para os integrantes das Polícias Civil e Militar que, no exercício de suas funções, encontrem armas sem registro e/ou autorização legal. Na peça, consta que são, ao todo, 948 unidades de material explosivo que se enquadram dentro da Lei que institui o bônus (Lei nº 9.702/2012) e regulamentada pelo Decreto.
"Vale ressaltar que APENAS os policiais que realizarem a APRESENTAÇÃO/ APREENSÃO dos explosivos ou armas é que tem direito a bonificação, e não a equipe toda. Sendo comprovado pelo o AUTO DE APREENSÃO anexado aos autos do processo criminal e apresentado a autoridade policial"
De acordo com o magistrado, a Procuradoria Jurídica do Comando da Polícia Militar emitiu parecer favorável aos autores, reconhecendo o direito de premiação para os militares que atuaram diretamente na Operação Dynamo II, que resultou na referida apreensão.
O juiz acrescentou, ainda, que os elementos probatórios concernentes em documentos públicos atestam a evidência fática do quadro contido nos autos. Afirmou que, diante da ausência de qualquer prova de pagamento, há a presunção da inadimplência proclamada.
“Com efeito, convém anotar que os fatos alegados na inicial estão devidamente comprovados com a juntada de peças e documentos necessários à configuração da situação retratada. Como se vê, é direito subjetivo dos autores receberem o prêmio previsto em lei, porque atenderam aos seus requisitos para conquistá-lo”, asseverou o magistrado
Repórter PB

RELEMBRE A APREENSÃO.

Dínamo II: operação do Exército apreende 200 quilos de explosivos em Solânea

Publicado em terça-feira, abril 29, 2014 ·
Uma operação deflagrada pelo Exército e denominada de Dínamo II apreendeu 200 quilos de explosivos granulado, nesta terça-feira (29), no município de Solânea, Brejo paraibano. Além disso, foram apreendidos 192 bananas de dinamite, 500 metros de cordão detonante, 32 detonadores não elétricos e 24 espoletins.
A operação faz parte do aumento da fiscalização de explosivos e produtos correlatos para coibir os furtos e desvios de explosivos do Exército brasileiro em todo o país e foi coordenada pela Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC) e comandada na cidade pelo tenente Carlos.
Segundo o tenente a apreensão foi realizada porque o local de armazenamento onde estavam os explosivos era completamente inadequado e faltava documentação do material encontrado. “No local não encontramos nada que garantisse a segurança do tal material apreendido, oferecendo um risco à sociedade a partir do momento que qualquer um poderia furtá-los para utilizar em outros fins, como assalto a bancos”, afirmou o tenente Carlos.

Ele acrescentou que “além disso não encontramos nada que comprovasse a legalidade desses explosivos, pois no local encontrava-se apenas o caseiro”.
O tenente contou com o apoio da 2ªº Companhia de Solânea comandada pelo capitão J. Ferreira. Estiveram na ação a equipe da 17ª GAC, de Natal – RN, na presença do Tenente Carlos, Sargentos  Rocha, e Albukasis e o cabo Jorge.
Todo material foi encaminhado à delegacia local. O delegado Diógenes Fernandes informou que agora será feito o inquérito para averiguação se o material foi adquirido de forma ilegal para assim tomar as medidas necessárias contra a empresa portadora dos explosivos.








Imagens cedidas pelo Exército e a Polícia Militar
Focando a Notícia
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sexta-feira, 26 de abril de 2019

Mãe reencontra filho roubado na porta do hospital há 38 anos no DF; filho residia em Arara/PB



Desde 11 de fevereiro de 1981, não houve um dia sequer em que Sueli Silva, 56 anos (foto principal), não tivesse pensado no pequeno Luís Miguel. Naquele mês e ano, o recém-nascido foi roubado dos braços da mulher logo após ela sair do Hospital Regional do Gama (HRG), onde deu à luz. Trinta e oito anos depois, a angústia chega ao fim. Após seis anos de investigação policial, o filho foi encontrado. A confirmação veio de um exame de DNA, cujo resultado saiu nessa quarta-feira (24/04/2019).

Os dois ainda não se encontraram, pois o filho mora em João Pessoa (PB). Mas a mulher não se aguenta de ansiedade para abrir um novo capítulo dessa história, que começou em 1972. Então com 9 anos, órfã de mãe e abandonada pelo pai, Sueli e os quatro irmãos (três meninas e um garoto) foram levados pelo avô a um orfanato em Corumbá de Goiás (GO), cidade a 125 quilômetros de Brasília.

Em função de os envolvidos na história já terem morrido ou estarem em idade muito avançada, sem condições de se defenderem, o Metrópoles optou por identificar apenas mãe e filho, além do delegado que investigou o caso.

Sueli conta que aos 13 anos teria sido estuprada pelo filho da administradora da instituição. A violência sexual ocorreu outras vezes. Ela tentou se matar, ingerindo veneno para formiga. Pediu ajuda à mulher, que ignorou os abusos que a adolescente sofria. Acabou grávida e enviada a Brasília para morar com um casal conhecido da dona do orfanato. Ficou no local até o nascimento da filha Juliana, registrada apenas com o nome da mãe.

As duas permaneceram na capital. Sem ter a quem recorrer, Sueli disse que continuou a trabalhar para a dona do orfanato, que também seria proprietária de uma escola infantil no Guará. Mãe e filha continuaram a morar com o mesmo casal.

Em maio de 1980, Sueli conheceu um policial militar com que manteve um breve relacionamento. Na época, o homem estava de partida para o Canadá e não teria ficado sabendo que a namorada havia engravidado. “Foi tudo muito rápido. Tivemos um relacionamento de cerca de três meses. Não sabia mais como encontrá-lo, mas tinha certeza que queria ter e cuidar do meu filho”, disse Sueli.

De acordo com ela, a dona do orfanato não teria acreditado na história. Achava que a criança seria fruto de uma nova investida do filho dela. Por isso, teria ordenado ao casal que mantivesse Sueli trancada em casa até que o bebê nascesse. Em 9 de fevereiro de 1981, Luís Miguel veio ao mundo, no Hospital Regional do Gama (HRG).
Filho levado


Quando saiu da maternidade, disse que teria sido recebida pelo casal com o qual morava e uma mulher que tinha um lenço amarrado na cabeça. Pediram que ela fosse ao orelhão ligar para a dona do orfanato. A conversa não foi nada amistosa: “Ela disse que eu devia entregar meu filho para adoção, já que não tinha condições de criá-lo. Caso contrário, ia mandar os meus irmãos para um abrigo de menores infratores”.

Implorei, supliquei, mas ela não me deixava falar, bateu o telefone e, quando voltei em direção ao carro, em prantos, meu filho já não estava lá. A mulher que usava lenço no cabelo também desapareceu”, lembrou.

Fragilizada, ela permaneceu trabalhando e morando no mesmo local, ainda sob influência da dona do orfanato, por mais de 20 anos. Nesse período, Sueli casou, teve outro filho, perdeu a filha mais velha após um choque anafilático e só conseguiu independência financeira em 2004, quando foi aprovada em um concurso público no Governo do DF.


Revelação


Apenas em 2012, entretanto, ela se sentiu livre para procurar o filho. Naquele ano, a dona do orfanato morreu. Antes, muito debilitada, teria feito uma revelação a uma das irmãs de Sueli: o médico que fez o pré-natal de Luís Miguel poderia saber do paradeiro do bebê desaparecido. Na época, ela até conseguiu localizar o profissional. Questionado sobre o caso, porém, ele negou qualquer participação no sumiço do menor.

Com apenas o cartão do registro na maternidade do HRG e as poucas lembranças do filho, Sueli pensava em como Luís Miguel estaria, a altura a que havia chegado, do que gostava ou se um dia poderia tocá-lo e ouvir a voz dele. Em todo esse tempo, a única informação que podia ajudá-la nas buscas era a de que o bebê havia nascido com uma uma anomalia chamada de sindactilia, quando dois dedos dos pés ou das mãos são grudados.

Ao Metrópoles, ela detalhou que, por muitos anos, foi convencida de que o bebê havia morrido. “A dona do orfanato em que cresci me dizia para eu parar de procurá-lo pois, provavelmente, ele já estava morto. Mas sentia que não era verdade. Sabia que ele estava vivo. Orava todos os dias pela vida dele”, afirmou, emocionada.

Em 30 de julho de 2013, ela escreveu, à mão, uma carta enviada à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal (MPF). No texto, Sueli explica o motivo de só procurar as autoridades após mais de 30 anos dos fatos: “Passei muito tempo paralisada em pequenos trilhos, acreditando que, mesmo impotente, deveria ter feito algo no dia. Gritar, pedir socorro. Acredito que a Justiça teria me ouvido. Mas estou certa de que vou encontrar meu filho, covardemente tirado de mim”.

No documento, ela escreveu em detalhes toda a sua história desde 1972. E, finalmente, foi ouvida. A denúncia deu origem a um inquérito instaurado no mesmo ano, na 14ª Delegacia de Polícia (Gama). Com base no relato, os policiais iniciaram uma investigação complexa, que mudaria não só a vida de Sueli, mas a do filho e a da equipe envolvida nas diligências.


Criatividade e persistência


Para solucionar o caso quase quatro décadas depois, os policiais tiveram que mergulhar na história de Sueli, conhecer os personagens que fizeram parte da vida dela, adotar técnicas diferenciadas de investigação, ter criatividade e, principalmente, persistência. Na época, documentos não eram digitalizados, e alguns envolvidos já haviam falecido ou se mudado do Distrito Federal, lembrou o delegado responsável pelo inquérito, Murilo de Oliveira Freitas.

O que nos motivou durante todos esses anos foi a possibilidade de propiciar um encontro. Os crimes que teriam ocorrido eram graves. Porém, muitos estavam prescritos. Nosso propulsor foi promover esse reencontro de Sueli com um pedaço de si mesma. Foi impossível não nos sensibilizarmos com a história. Instigou, até o fim, o mais cético dos investigadores"

Com a dona do orfanato morta, os investigadores não tinham muitas pistas para iniciar a apuração. Procuraram o casal com o qual Sueli morou por muitos anos. Com idade avançada, eles não cooperaram muito. Inúmeras buscas foram feitas no arquivo do HRG e em cartórios da cidade.

Encontramos salas inteiras abarrotadas de documentos. O prontuário de Sueli não foi localizado, desapareceu. Muitas vezes não sabíamos o que procurar. Não tínhamos o nome em que a criança foi registrada ou até mesmo se a data de nascimento nessa certidão estaria correta”, explicou o delegado Murilo Freitas.

No ano passado, o médico responsável pelo parto foi ouvido pela Polícia Civil. Voltou a dizer que não tinha envolvimento e não se recordava bem do caso. Mas a mulher dele lembrou de uma informação que foi fundamental para a conclusão do caso. Disse que o porteiro do prédio em que eles moravam na época, na 103 Sul, conhecia a dona do orfanato em que Sueli morou. Segundo a mulher, ele poderia ter pego e cuidado da criança.

Também disse aos investigadores o nome da mulher do porteiro e informou que ela teria sido professora em uma escola no Gama. “O que parecia ser uma boa pista nos colocou novamente diante de novas dificuldades. Não existia qualquer registro de funcionários no prédio referente aos anos de 1980 e 1983. O nome dado pelo médico estava incorreto”, explicou o delegado.

Os policiais recorreram à Secretaria de Educação em busca de algum dado que os pudessem levar até a professora. Mas sem o nome completo da docente as buscas foram frustradas. “Ninguém sabia se ela trabalhava em escola particular ou pública. Nesse momento, não tínhamos nem a certeza de que essa professora, de fato, existiu”, ressaltou o policial.


Postagem no Instagram


No final de 2018, entretanto, uma publicação no Instagram deu novo gás à investigação. Tratava-se de um texto de protesto, em que familiares de uma mulher cobravam esclarecimentos sobre a morte dela, na cidade de Arara, na Paraíba. O nome batia com o que fora informado pela esposa do médico. Era a companheira do porteiro.

Com a nova pista, as investigações foram concentradas no cartório do município paraibano. Após apurações, os policiais encontraram a família do casal. Descobriram que eles tiveram dois filhos. Um deles, Ricardo Santos Araújo, com 38 anos. Os policiais apuraram, ainda, que a família residia em Brasília em 1981, data do parto de Luís Miguel.

Segundo os policiais, Ricardo e a irmã sabiam que eram adotados, mas não tinham conhecimento sobre suas mães biológicas. Acreditavam que tinham sido colocados de forma voluntária para adoção. Com fortes indícios de que Ricardo seria o bebê sequestrado na porta do Hospital Regional do Gama, o entrevistaram por telefone.

Foi uma ligação difícil. Era necessário uma sensibilidade ímpar. A princípio, ele não se mostrou fechado à possibilidade de a mãe biológica o procurar. Mas disse que não tinha interesse na história. Quatro dias depois, eu retornei e ele estava diferente. Afirmou que não conseguia dormir e queria entender o que aconteceu. Também confirmou que nasceu com sindactilia e operou ainda criança”, lembrou o delegado.

Daí para o exame de DNA foi um pulo. Sueli ainda não encontrou ou falou com Ricardo. A comunicação entre os dois é intermediada pela polícia. “Soube que ele leu a carta que escrevi e deu início a isso tudo. Está disposto a me conhecer. Não quero falar com o meu filho por telefone ou mensagem. Preciso abraçá-lo e quero que ele coloque o número dele no meu celular para, a partir daí, iniciarmos a nossa história”. O esperado encontro deve ocorrer nos próximos dias.
fonte: http://www.rondoniaovivo.com/brasil-e-mundo/noticia/2019/04/25/comocao-mae-reencontra-filho-roubado-na-porta-do-hospital-ha-38-anos.html
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quarta-feira, 24 de abril de 2019

Policiais Civis de Arara/PB cumprem mandado de Prisão contra homicida.

No início da tarde desta quarta-feira, 24 de abril, investigadores da Delegacia de Arara receberam um mandado de prisão e determinação do Delegado Seccional, Diógenes Fernandes para que investigassem e cumprissem o mandado contra um foragido da justiça que estaria escondido na cidade de Arara.
Diante dessas informações os investigadores caíram em campo e conseguiram a localização exata do foragido que não estava residindo na cidade de Arara, mas na cidade vizinha Casserengue. De imediato a equipe de investigadores se deslocaram até a cidade vizinha e após verificarem a veracidade das informações cercaram a casa dando em seguida voz de prisão ao sr. EVERALDO VIRGOVINO DA SILVA, 37 anos, natural de Solânea/PB, o qual estava morando com seus genitores no final da rua Airton Sena, no lajedo de pedra.
Everaldo não reagiu a prisão, e em sua defesa disse que havia recebido alvará de soltura quando estava cumprindo pena no presídio de Cajazeiras.
Segundo Everaldo, ele foi condenado há 13 anos de cadeia devido ter praticado homicídio contra um desafeto que atentou contra a sua vida em meados de 2004 na cidade de Arara.

Após o exame de corpo delito, Everaldo foi colocado a disposição da justiça para avaliar se o seu mandado ainda é válido e se ainda há pena a ser cumprida em estabelecimento prisional.
@setimaregional
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quinta-feira, 11 de abril de 2019

Polícia Civil prende traficante na cidade de Arara/PB


Após denúncia anônima enviada pelo 197 dando conta de um tráfico de drogas na rua Padre Ibiapina, 97 Arara, a equipe de Investigadores da delegacia de Arara/PB deram início ao levantamento de informações sobre a veracidade dos fatos, vindo a obter informações sobre o responsável pelo imóvel e sobre os atos ilícitos que vinham ocorrendo no lugar, como tráfico de drogas e movimentação de indivíduos armados. Após o levantamento, foi repassado para o Delegado da cidade, Ricardo Sena, que solicitou ao judiciário autorização para realizar uma busca na residência.
De posse do mandado de busca e apreensão na residência, a equipe de Investigadores da DP de Arara juntamente com os investigadores do GTE de Solânea sob o comando do Del. Ricardo Sena deram cumprimento no início da tarde desta quinta-feira, 11 de abril, ao mandado.
Ao chegarem na localidade dois indivíduos evadiram pulando os muros das casas vizinhas levando uma mochila consigo, na residência ficou IGOR ALLAN, 19 anos, natural de São Paulo, o qual tentou atrasar a entrada dos policiais na residência afim de que os comparsas conseguissem fugir. Na residência a Polícia apreendeu uma balança de precisão, maconha, pó semelhante a cocaína, cartuchos deflagrados de munição .38 e .32. além de R$300,00 próximo a balança.
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Em sua defesa, IGOR que está morando há apenas 5 meses na cidade disse que a maconha era de seu uso, a balança é o dinheiro era de seus amigos que fugiram.
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E sobre o material que parece com cocaína, disse se tratar de remédio pra dor de barriga moído que ele vendia pros " otários" que pediam a ele.

Ainda foi localizado fotos de IGOR portando um revólver que ele negou onde tinha escondido o mesmo.
Na residência foram encontrados sinais da facção OKAIDA.

IGOR ALLAN foi autuado inicialmente por tráfico de drogas e aguardará a audiência de Custódia preso.


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quarta-feira, 27 de março de 2019

Operação BRUMA prende 6 adultos e apreende um adolescente nas cidades de Arara, Solânea e Bananeiras/PB


Foi deflagrado nas primeiras horas dessa quarta-feira, 27 de Março, na região da 21° Seccional de Polícia Civil, a operação BRUMA, com intuito de cumprir Mandados de Prisão e busca e Apreensão em diversos alvos nas cidades de Solânea e Bananeiras, mas para que toda operação desse certo foi realizado a primeira etapa, o preparo da área do briefing onde os policiais se reuniriam para se subdividir afim de atingir os alvos finais, essa etapa ficou a cargo dos Agentes de Investigação de Arara sob comando do Delegado Ricardo Sena, que deram cumprimento ao mandado de Prisão contra Cleiton Cesário, além de busca domiciliar onde encontraram um carregador com uma munição de uma bereta calibre 6.35, diante dos fatos, Cleiton responderá por posse de munição e acessório de uso controlado.

Após a divisão dos alvos policiais civis das cidades de Araruna, Solânea, Bananeiras, Arara, Casserengue, GTE com o apoio da Polícia Militar e Bombeiros se dirigiram aos alvos com os mandados em mãos, onde foi apreendido diversos ilícitos que logo mais será apresentado em coletiva com os nomes dos detidos na operação.

A operação teve a frente o Seccional da 21°AISP, e os delegados das respectivas cidades alvos da operação, os quais após investigação realizada pelas equipes de investigadores solicitaram junto ao judiciário os mandados contra os envolvidos em diversos crimes na região.


Presos:

* CLEITON NAZÁRIO DE LIMA, 19 anos;
* JAILSON DE SOUZA ANÍSIO, 21 anos, conhecido como “BOCA DE CD”;
* MÁRCIO RODRIGO MARTINS DA SILVA, 31 anos;
* JOSE VALTER FREIRE ASSIS, Conhecido por “ESPADA”, 27 anos;
* PAULO VINÍCIUS SILVA DOS SANTOS, 20 anos;
* CREUZA DIAS MARIA, conhecida como “GERUSA”;
* R.C.S., 16 anos.


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quarta-feira, 20 de março de 2019

Adolescente de Arara/PB está desaparecida


Já fazem 96 horas desde o desaparecimento da pré-adolescente ADRIELLE NATÉLIA LEITE DA SILVA de 14 anos da cidade de Arara/PB.



Os envolvidos nesse desaparecimento poderão responder criminalmente desde por ter apoiado dando guarida, até incentivado a mesma a sair de casa, desde sequestro, estupro de vulnerável, Aliciamento de menores, dentre outros crimes se comprovado.

A última notícia que a família obteve era de que ADRIELLE foi vista por perto da cidade de Bananeiras/PB no final de semana.

Antes de desaparecer a mesma mantinha contato com um presidiário da cadeia de Solânea, o qual ligava de dentro do presídio para ela, segundo a família .

Quem tiver alguma informação ligar para 197, ou disque 100 dos direitos humanos, ou acionar uma viatura da Polícia Militar mais próxima.

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terça-feira, 5 de março de 2019

Mulher tem dedo decepado por mordida causado por outra mulher na capital paraibana.


Uma mulher teve a ponta de um dos dedos decepado por uma mordida de outra mulher na tarde desta segunda-feira (4 de março), durante uma briga em um shopping da capital paraibana.
Toda a ocorrência foi filmada pelos transeuntes e o vídeo circulou em redes sociais. Assista acima.
De acordo com as informações iniciais, a mulher que teve  a primeira falange, que é a parte do dedo que possui a impressão digital e unha foi decepado por uma mordida ocasionado por outra mulher.
Segundo informações a mulher que perdeu parte do dedo seria a esposa de um empresário paraibano e teria encontrado com uma suposta amante dele no shopping e foi tomar satisfação, durante a briga recebeu a mordida e diante disso os filhos da esposa começaram espancar a mulher e após encontrarem o pedaço do dedo saíram do local para socorrer a mulher.

# Não temos as informações confirmadas ainda da identidade das mulheres.
Quem tiver outros vídeos da confusão pode mandar.!
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